Pensamentos e músicas num "caderno" cheio de rabiscos e anotações desnecessárias!
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Conectados e distantes - é assim que estamos
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Ainda não aprendi a perder
Engraçado como o tempo se encarrega de - quase - tudo... De forçar nosso amadurecimento, de nos colocar algumas rugas e cabelos brancos, de elencar-nos N possibilidades, desde o nascer do sol. O mesmo tempo nos ensina a corrigir os erros que a vida nos levou a cometer. Da mesma forma, errando ou não, aprendemos que não temos culpa pelo imprevisível, mas necessitamos culpar algo ou alguém e, assim, acabamos por culpar a nós mesmos.
O tempo pode até fazer com que nos adaptemos à ausência, mas jamais revelará a fórmula do esquecimento. Em tudo o que aprendemos na vida, dos detalhes às mais absolutas certezas, nada se compara a uma perda. Não aprendemos a perder. Desde o momento em que somos gerados, nosso instinto nos diz que é preciso ganhar, ou não teremos outra chance. Quando nascemos é mesmo assim, e ainda pior.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
O 7º grau da escala diatônica natural
Não sou assim porque quero, mas também não desgosto de ser. Aprendo com minha falta de controle, o que me desperta ainda mais vontade de aprender a me controlar. Não ter domínio sobre o que sinto pode ser considerado fraqueza emocional, ou quem sabe, o detalhe que torna meu espírito forte. Mas é justamente por acreditar que pouco disso importa, que sou mesmo assim: frágil, como uma criança que acredita em contos antes de dormir, mas que acorda com muito mais sede de viver que de pensar se os super heróis realmente existem ou só fazem parte daquele universo dos sonhos!
A verdade é que vou sempre me surpreender com minhas reações, mas a partir de agora vou tentar prevê-las. Parece o mais seguro a ser feito e isso não me impedirá de continuar acreditando nos contos, nas pessoas, nas músicas e nos filmes. Eles me fazem chorar de fato, mas o que não faria? Ah, um dia isso muda! (Será?! Rs)
*Título: sensível
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
É Carnaval...
Tudo está cada vez menos perceptível e qualquer coisa é motivo para tornar-se. Um sorriso que é ofuscado pela pressa. Um 'bom dia' que é silenciado pela buzina do carro. Um aceno que é disfarçado por aquela vontade de não reconhecer nem ser reconhecido. Até que enfim chega em casa e se tranca no quarto.
Liga o ar e se priva à tv, porque nos dias de hoje ninguém mais precisa de vida social. Ninguém mais deseja isso, a não ser que lhe traga algum tipo de recompensa, fama, e grana, ou enredo. É carnaval... E parece que o mundo se fantasiou de solidão!
Tá chegando... Mas a última coisa que vou fazer é ficar trancada no meu quarto, pode escrever! ;P
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
O primeiro amor

Não tinha saco pro café, quanto mais praquele arroz grudado à panela, que sua mãe havia deixado às 7h quando saiu pro trabalho. Pensou em ir à escola, mas estava de férias, há um bom tempo. Até chegou a dar alguns passos em direção ao bar mais próximo, mas uma garota tão nova e bebendo sozinha não ia pegar muito bem, nem ela precisava de um momento tão deprimente assim. Poderia não aguentar.
Tinha alguns cd’s antigos, do tempo em que diskman era presente de natal e mesmo que escolhesse algum, não ouviria uma música sem que isso te trouxesse alguma lembrança dele. Ainda esperava alguma explicação, um telefonema, uma carta, um e-mail... Mais, muito mais do que isso, esperava que o convite chegasse, mesmo que com atraso, mas valeria a intenção.
Parecia estar próximo do dia e o convite não chegou, nem mesmo havia sido confeccionado. Ela não foi convidada porque não haveria mais festa, nem alegria, nem flores, nem altar. Mas o vestido permaneceria ali, intacto, ao pé da cama esperando, por quem sabe, alguém que um dia a tirasse pra dançar, de novo.
Engraçado como o primeiro amor, -e todos os outros, antes do derradeiro-, nos parecem eternos. São as mesmas promessas, as mesmas verdades, as mesmas mentiras que sempre nos convencem e caímos. Que bom, porque uma hora o vestido deixará de compor o antigo cenário!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Uma carta ao meu sorriso

Olha, quando você some assim eu fico totalmente perdida, sabia? É horrível sair por aí quando você não está comigo, é estranho. Mais do que isso, é feio! Eu te via com todas as outras pessoas e só parecia não querer falar comigo! Bom, não sei o que te fiz. Será que combinei de te buscar em algum lugar e não fui? Ou será que você já vinha dando sinais de indiferença e eu é que não percebi? Seja qual for o motivo, me perdoa? Por favor, Sorriso, volta a andar comigo?! As pessoas não me reconhecem mais e isso tudo porque você me deixou assim, sem se explicar.
Hoje eu estou aqui, sem respostas pra muita coisa, mas há uma coisa que eu sempre soube: onde te encontrar. Sim, eu sabia que era aqui que estava me esperando e sabia também que era esta a pessoa que ia cuidar de você enquanto eu estivesse distante. Só tenho um problema agora: será que ela vai querer te devolver pra mim? Ah, eu espero muito por isso! Contei as horas pra te ver de novo e eu sei muito bem o que você vai me pedir quando voltar pra mim... Vai querer que eu volte a dividir a sua companhia com ela. Acertei?! Tá, tá bom, eu faço isso. Só também te peço uma coisa: nunca mais deixe nenhuma de nós duas te esquecer em algum lugar, estamos combinados? Se sim, trato feito!
Lara.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
A novidade

Algumas amizades vão à frente porque escolhemos isso, queremos que permaneçam e isso de fato acontece. Outras na verdade aparecem mesmo como novidade, nos encantam facilmente e até quando deixam de obedecer ao imprevisível, continuam com o cheirinho de carro novo. Engraçado como sempre caímos na besteira de acreditar que conhecemos o suficiente e vivemos o necessário, se ainda temos quinze anos! Há sempre algo mais a nos ser acrescentado (se queremos isso, pouco importa). Acontece sem percebermos, quando olhamos nossa vida e "apertamos F5", ali está a novidade: mais pessoas, mais conquistas, mais necessidades que até pouco tempo eram desconhecidas. “Como consegui chegar até aqui sem antes ter passado por você, e você, e você...?!”
São novos os convívios, os lugares frequentados, as músicas na playlist, os números na agenda. Um transforma o outro, sempre pra melhor, ou logo irá passar. Se não passar é porque foi positivo e vale a pena correr o risco pra ver! Outras opiniões, mais discussões pra somar à lista e cá estamos nós, mais uma vez acreditando que já conhecemos o suficiente, vivemos o necessário e ainda temos vinte anos! Isso pode ser a vontade de estar junto. Pode ser o medo de perder. Pode ser a certeza de que daqui a pouco estarei escrevendo qualquer coisa sobre outras novidades e elas serão sim, até determinado tempo. Depois disso terei muito mais o que contar e voltar nos dias de hoje contando histórias que amanhã estarão desatualizadas, mas quem se importa?!
Ps: Aos novos, obrigada por terem aparecido em minha vida! Sou completamente apaixonada pela amizade de vocês e tá, isso não é nenhuma novidade, rs!
Os dias nublados da minha vida

Quando tinha meus 15 anos ou quase isso, tinha também a companhia de mais três mentes pensantes. Eram minhas aliadas, minhas cúmplices e vezes plateia, vezes o espetáculo dos meus dias. Qualquer motivo era necessidade e ali estávamos nós, voluntariamente juntas. Uma panelinha, como dizia o restante insosso do mundo. Se existisse dúvida, éramos a certeza de uma amizade concreta. Se existisse erro, sabíamos que sempre iríamos nos perdoar. Se existisse medo, era só comprarmos trakinas de morango, fazermos pipoca, alugarmos um filme e acamparmos numa das quatro casas, desfrutando da mesma liberdade que encontraríamos em casa, de fato. Se existisse alegria, e sempre existia, estávamos ali; rindo muito, de tudo. Muitas histórias... Algumas verdadeiras, outras idealizadas por nossa falta de obrigação com o relógio, mas sempre salvando algum aprendizado.
Certo dia decidi criar uma pasta que serviria de baú pra guardarmos todos os vestígios dessa amizade. Eram desde textos, cartas, ingressos para shows (até então inesquecíveis), entradas de cinema, papel de bala e toda aquela bobajada que adolescente acredita ser o melhor da vida (e de fato era), até fotos lindas e que conseguem até hoje trazer à tona todo aquele sentimento de eternidade que vivíamos até algum tempo! E mesmo ali, naquelas tardes sem muitas preocupações, meu sentimentalismo já mostrava as caras e meu gosto por contar histórias virava marca registrada.
As três começaram a reparar que em tudo o que eu contava havia um detalhe em comum: o clima. É, esse mesmo que diz se vai chover ou se o dia será amarelado de sol. Passando o tempo e à medida que aumentava o número de "Era uma vez" ditos por mim, chegamos a uma conclusão: de que era só eu começar a contar alguma coisa pra ressaltar que aquilo havia acontecido num dia nublado. Porém, mais do que um detalhe de narração, percebemos que quando eu dizia isso, estava na verdade me referindo à saudade do acontecido ou do tempo que deu sentido àquela história (esquisitice digna de Lara, eu sei), mas nem me pergunte, porque eu também nunca entendi a necessidade de fazer sempre essa mesma analogia, rs!
O calendário foi correndo e com ele a coleção de dias nublados da minha vida só foi aumentando. Aos poucos fomos deixando de ser o 'quarteto fantástico’ e além de novos amigos, surgiram os namorados, um noivo. Começam então a serem escritas outras histórias, só que agora um pouco mais singulares. Os personagens foram mudando e com eles as nossas escolhas também. As mudanças foram se multiplicando: primeiro a escola, depois as faculdades, até morarmos hoje em cidades diferentes, as quatro! Nossas rotinas tomaram rumos completamente distintos e em pouco tempo cada uma começava a descobrir seu lugar no mundo. Não falo só de cidade, mas também de ideais.
Bom, seria hipocrisia da minha parte dizer que não acredito em vínculos eternos, porque eu realmente acredito. E não digo isso só por se tratar de amizade a longo prazo, mas porque se tratam de histórias fortes demais pra serem desestruturadas. E quer saber, acho até que deveriam ser contadas por aí... Quem sabe um dia?! Uma optou pela Engenharia, outra pela Odontologia e a última pela Medicina. É, acho que sobrou pra mim, mesmo. Não sei se tenho pinta de escritora, mas se um dia decidir escrever um livro, pelo menos já tenho o título, rs!
Hoje tenho mil histórias de dias nublados e não as conto sozinha. Contamos as quatro, sempre que dá, sempre que temos tempo pra isso ou sempre que esse tempo nos permite parar um pouco. Foram-se as tardes em que o relógio parecia estar em nossas mãos e acho que de tanto acreditarmos, num dia ensolarado, ele realmente esteve.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Vamos viajar?
Sabe o que é? Me deu uma vontade de embarcar no Trem das Cores de Caetano e sair por aí vendo a beleza nas coisas mais simples do caminho, por isso decidi registrar aqui! Em alguns momentos esse cenário é onde me refugio, seria por saudade da minha recente infância, quando a voz do meu pai ninava meu sono ou só mesmo pelo tédio de algumas tardes. Incrível o poder que a música tem de me transportar para os lugares e sentimentos mais distantes, sem mover um centímetro da minha preguiça. Consigo sair do lugar e do tempo em que estou, isso só de lembrar alguma melodia, cantarolar em pensamento, assoviar qualquer coisa.Que a música tem certo poder sobre mim, isso não é nenhuma novidade, mas o que quero deixar claro é que mais do que me deixar inquieta, ela funciona como uma dose a mais à minha vontade de viver. Sim, eu tenho muita vontade de viver, viver o todo, aquilo que ainda não descobri e o que sonho diariamente (isso também poderia virar música, rs).
Até que pra quem não gosta de rotina e mesmices tenho me divertido bastante quando sintonizo em alguma rádio. Sou da era em que Jorge Vercilo insiste em reinventar o perfil Djavaneado da MPB e, desconsiderando os acordes que só o "guardião do açaí" consegue decifrar, são mesmo muito parecidos. Tá, ainda faço parte da grande legião que contribui com a extensa sequência de zeros na conta bancária do rei Roberto, ah ele é universal! Mas têm muitas coisas estranhas acontecendo... Mês passado estávamos comemorando o centenário de Noel Rosa e anteontem à noite, quando liguei a tv quem estava sendo entrevistado pela Marília Gabriela nem sequer conheceu a foto em preto e branco! "Família Restart", se apresentaram.
Não vou criticar, nem elogiar. A música deve mesmo ser renovada e a amplitude de seus significados merece atingir a todas as tribos e tendências. Os meninos são inteligentes, jovens e inquietos: em primeiro lugar, o músico não pode ser acomodado, ponto.
Dos coloridos e pouco simplistas só espero que mostrem mais do que cores. E fiquem sabendo que posso até ouvir falar muito de vocês, mas a paisagem vista da janela no trem de Caetano será sempre mais colorida e mais interessante que essa novidade toda. Pronto, falei! ;)
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Inversa nostalgia

Já sentiu saudade de algo que ainda não viveu? Muitas vezes me pego na falta de um filho que ainda não tenho, ou da casa de campo que ainda não construí, das músicas que ainda não compus e até mesmo das pessoas que ainda não encontrei. Sei que parece absurdo, exagero ou aquela coisa toda que vários cantores já previam em suas letras de difícil interpretação, mas acho que isso realmente existe!
Não sei se é uma ilusão restrita aos sentimentais ou se pode se espalhar pelo mundo, só sei que eu vivo constantemente, e sinto como se fosse natural sentir isso. Bom, na falta de resposta pra muita coisa, pego qualquer papel e começo a escrever algo que se relacione com o que estou sentindo. E incrivelmente ou não, sempre começo com alguma pergunta que soa como clichê. Não é pra despertar a curiosidade das pessoas, nem mesmo uma tentativa de conquistar novos leitores. Acredite: é só mais uma frustrante interrogação que, sozinha, sem compartilhá-la com o mundo, me faria pirar! E pode apostar: sempre tenho motivo pra isso, rs!
Minhas músicas, por exemplo, não gosto de cantá-las sem antes explicar a interpretação que quero como resposta dos que as escutam (apesar de saber que isso às vezes os afasta). E os textos não são muito distintos daqueles que coloco em melodias... Na verdade, em algum momento vou tentar musicá-los, previsível! Porque estou falando isso? Porque, mais uma vez, estou tentando preparar as pessoas e fazer com que entendam de fato o que quero dizer. No caso deste texto, chamo de inversa nostalgia tudo aquilo que considero planos e que já foram tão idealizados por mim, que a espera de que um dia tudo se torne real tem o mesmo peso de quando sinto saudade do que passou. (Complicado, eu sei) Em alguns momentos, -ou em quase todos-, isso se confunde em minha própria lógica, mas cá pra nós, quem aí consegue ter certeza de tudo? Na verdade, tenho uma confissão a fazer: nunca tenho certeza de nada! Como libriana ou como a sentimental invicta que sou, tudo pra mim é dúvida, mas é também esperado.
Hoje eu senti saudade de uma família feliz, num dia ensolarado de domingo (sempre ensolarado, porque dia nublado pra mim é sinônimo de angústia). Essa família ainda não está ao meu alcance: com 20 anos, no quinto período da faculdade, as pessoas costumam pensar em qualquer coisa, menos família. Não eu! Também senti saudade de uma estante repleta de livros que li na minha juventude e me vi nostálgica ali. (Detalhe: ainda estou vivendo minha juventude e não coleciono livros suficientes para encherem essa tal estante!) Em outro momento sinto saudade de pessoas que convivo diariamente, como se não as visse há algum tempo (isso ainda é nostalgia ou já é medo de perdê-las?).
Mais um texto. E mais uma prova concreta do meu sentimentalismo barato! Barato pra mim, mas certamente valioso pr'aquela mulher sorridente, indo comprar pão depois da missa e já pensando no que fará pr'o almoço de domingo; em que toda a família irá se reunir e rir desse e mais outros tantos textos escritos por ela, quando tinha seus vinte e qualquer coisa...
domingo, 9 de janeiro de 2011
Meu dia feliz

O que é pra você, um dia feliz?
É sorrir o dia inteiro e não ter tempo de procurar um motivo pra isso? Ou é sorrir uma vez, ao menos, mas ter ali a certeza de que se lembrará daquele pequeno instante antes de dormir? Seja como for, isso te compensará com uma noite tranqüila de sono.
Sinceramente não sei me responder. Há dias em que tudo me faz gargalhar e tenho a impressão de que nada será capaz de ofuscar meu sorriso. Em outros dias pareço estar mais distante da felicidade e em algum detalhe, simples que seja, sinto-me o ser mais feliz do bairro, da cidade ou até mesmo do planeta! Ser feliz é a utopia do triste. E assim será até que este descubra a felicidade num amor verdadeiro, num abraço sincero ou num café fresco!
A felicidade é invisível como o amor, a razão ou a fé. Tudo o que sentimos é resultado do que vivemos ou do que almejamos viver e, nem sempre será palpável. Mas assim como o meu dia hoje, algumas vezes a felicidade é tão bem vivida que parece me tocar; seja pela força com a qual me contagia ou pelo meu desejo de carregar nas mãos tudo o que vivi. Talvez seja cuidado, ou mesmo o medo dessa tal alegria passar e, assim como os sonhos, cair no esquecimento junto com todos aqueles dias felizes que já tive na vida. Um dia feliz acho que é aquele que vou tentar reviver de outras mil maneiras e que sei, será sempre um novo dia pra mim.
Ok, não tem jeito, eu vou continuar procurando novos conceitos, ideias e outras infinitas formas de tornar o meu dia feliz! Vai um pão quentinho?!
sábado, 20 de novembro de 2010
Hoje o dia me convidou pra sair

Hoje o dia amanheceu com cara de felicidade! Com gostinho de azul e com jeito de praia, me convidou pra sair. E eu acordei com vontade de viver: reuni toda a positividade que guardei durante a semana e levei pra rua.
As pessoas me olhavam parecendo assustadas, mas eu nem liguei, continuei sorrindo pra todas elas. Sorri pro vizinho no corredor, sorri pro porteiro, pra moça da padaria, pro menino que levava o cachorro na rua (e confesso, sorri pro cachorro também)!
Muita gente parece ter acordado e percebido o mesmo dia feliz que eu, já as outras que não devolviam o sorriso pareciam nem ter acordado. Eu insistia em sorrir e nas vezes em que não recebi outro sorriso de volta, olhei pro céu azulzinho e recuperei minha animação.
Percebi que não preciso de muito pra estar feliz... Se acordar e olhar o céu aberto já me traz felicidade, acho mesmo é que ela já existe dentro de mim e eu só preciso optar por dividi-la com o mundo, ou não.
Com um dia lindo desses me chamando pra sair, acha mesmo que vou guardar isso pra mim? Então deixa eu ir, que pelo visto ele chamou uma galera e já tá todo mundo esbanjando felicidade lá na praia!! =*
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Nada como viver assim!

terça-feira, 25 de agosto de 2009
Momento "Coffe break" do dia...
Vale a pena deixar o relógio um pouco de lado, não ter limite pras gargalhadas e perceber que qualquer minutinho perto de quem te faz bem se transforma em momentos inesquecíveis, os quais você sonha levar pra vida toda...Sabe quando se descobre uma boa amizade? Quando, por mais que você tenha a certeza de que estará com aquela pessoa no outro dia ou que tem todo o tempo do mundo pra jogar conversa fora, você tira aquele rótulo de assunto idiota e vive cada instante como se fosse o restinho do seu último pedido em vida!
E sabe quando se tem a certeza de que aquilo já ficou marcado pra sempre em você? Quando você se despede, já querendo voltar e continuar a procurar assuntos idiotas ou não; e isso é só uma forma de entender que ter aquela pessoa por perto te faz feliz.
E o minutinho?! (aqueeele que você tirou pra dar gargalhadas e deixar o relógio de lado...) Ah, você vai descobrir que ele valeu por um dia inteiro, quando, ao chegar em casa, aquelas cenas engraçadas pedirem espaço pro ranking dos melhores momentos da sua vida!
Um 'coffe break' depois da faculdade sim, é muuuito pessoal! xD
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
"É impossível ser feliz sozinho!"
Estou descobrindo em amigos, qualidades que sempre existiram em mim, mas que só pude percebê-las quando, com meus atos, as vi refletidas neles. Pode parecer algo superficial ou normal demais para ganhar um post, mas senti essa vontade de compartilhar uma das mais lindas e construtivas lições que estou tendo e assim, já me apego em uma forma simples, porém eficaz de passar essa certeza à frente; escrevendo.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
A liberdade de expressão.
Volto ao mundo das postagens, trazendo um tema maravilhoso: "A liberdade de expressão" (a amiga número um dos blogueiros)!Bom... Vivendo num país democrático e num mundo onde a ditadura parecia estar perdendo a sua vez, não pensei duas vezes antes de expor meus pensamentos e aspirações políticas. E como tenho uma certa mania de enfeitar meu perfil (no site de relacionamentos do orkut) com minhas próprias palavras e opiniões, num ano político, não seria diferente - ainda mais se tratando do meu primeiro voto -, não é mesmo?!
Enfim, vou direto ao ponto! Gosto de expressar meus sentimentos e de defender aquilo que julgo o melhor para mim, no caso, para a minha cidade. Apesar de não ter induzido ninguém a nada, ou colocado na página algo que ainda não estivesse na página de outros usuários... (O que aconteceu?!) Fui excluída do orkut. Não me perguntem... Não tive explicações até hoje!
Mas a questão nem é a perda do meu perfil ou essa bobajada toda de orkut, o que mais me incomoda é ver que o que aconteceu comigo foi uma coisa ridícula e relevante, mas quem mora em Itaperuna, sabe do que eu estou falando! A ditadura aqui, teve um período mais longo... Mas temos a esperança de que tenha acabado! Foi meu primeiro voto e foi vitorioso!!!
Aí, eu deixei pra lá, me afastei um tempão disso tudo aqui, esperei a poeira baixar e voltei para festejar a minha liberdade de expressão. Pelo menos aqui, acredito eu que ainda exista esse tipo de privilégio!
sábado, 5 de abril de 2008
(SEM TÍTULO HOJE...)

Que eu seja UMA em MILHÕES, mas que o meu sorriso se destaque dentre todos!!!
"A felicidade mora ao lado e quem não é tolo pode ver..."
É certo que existem momentos em que pensamos em esquecer nossos sonhos e desejos, por achar muito mais fácil desistir deles e ganhar tempo com a simplicidade que o mundo costuma nos oferecer... Mas é nessa simplicidade, nessa facilidade de conseguir as coisas que deixamos de crescer e ficamos estagnados numa postura imatura, talvez até irracional!
O que escrevo hoje é sobre meus pensamentos de vestibulanda... Sempre me pego imaginando o quanto seria mais fácil se eu desistisse dos meus sonhos para realizar os sonhos que meus pais sonham por mim, meus amigos etc. Claro! Tenho as minhas dúvidas ainda. Pra falar a verdade, duvido muito que alguém, no auge dos seus 17 anos, tenha a certeza do que pretende fazer nos seus próximos, últimos e desconhecidos anos de vida!!! Diante disso, prefiro me calar quando o assunto é escolha de profissão e pulo para um assunto interligado a esse: minha personalidade.
Estou em constante mudança! Estou em constante reforma!
Então, caso tenha o desejo de me perguntar o que farei da minha vida, saiba que serei breve! Certamente, direi assim: "Viverei...", boa resposta?! Agora, grande sábio, me diga o que poderia ser dito ao invés dessa verdade? Ainda sou pequena para saber o que sou daqui a segundos, quanto mais como será minha vida! Uma certeza posso te dar:
ENQUANTO EU VIVER, MEU SORRISO SE DESTACARÁ ENTRE TODOS!!!
( Uerj chegando para tentar tirar meu sorriso... Se Deus quiser, o destacarei entre os nerrrds daquele lugar!!! hehehe... E viva a droga do vestibular!!! )
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Sempre é tempo...

Te ouvir dizer que não há mais o que fazer,
É claro. E a noite termina em instantes.
Me ouvir dizer que ainda existe uma chance.
Pois eu ainda estou aqui!
terça-feira, 4 de março de 2008
Medo...

Até mesmo a esperança que parecia não ter mais fim,
O medo que estava distante,
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
O teste do tempo.


