terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ser feliz



Não é fácil ser feliz!
Mas conquistar a felicidade sem dor é tão sem graça quanto ser triste!
Felicidade é recompensa. É vencer obstáculos. É ver beleza nas coisas mais simples, olhar pra trás e entender que tudo caminhava pra isso.

Ser feliz é se sacrificar também...
É deixar de planejar e sentir o gostinho vezes amargo, vezes doce da surpresa.
Ser feliz não é conquistar o mundo, mas deixar que o mundo te conquiste.
Talvez seja sentir-se realizado com o que tem agora, mas sem nunca deixar de sonhar com algo mais.
Ou talvez as pessoas já sejam felizes e sejam sem nem saber.

Acho bem que é isso! Ser feliz também pode ser o simples fato de acreditar que essa tal felicidade realmente existe...
Enfim, passe por isso. E sorria, sempre! :)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Huumm... Brigadeiro de panela


Uma delícia... O tempo começa a se apressar, mas ninguém se importa! Esquece os compromissos e não sente-se culpado por isso. (Deveria?! Não mesmo!) Vai dizer que tem coisa mais gostosa que se distrair com qualquer coisa e sentir-se distante o suficiente das chatices da responsabilidade? Esquecer-se por alguns instantes da obrigação e permitir-se viver um "tiquinho" de futilidade em um shopping, dedilhar qualquer acorde no violão, falar errado e achar graça nisso... Inventar uma receita que misture manteiga, leite condensado, chocolate, cumplicidade, confiança... Que resultado poderia ser mais saboroso que a amizade celebrada num brigadeiro de panela?! Ah, esse, sem dúvida, é o melhor banquete! O mais bonito. Com cara de infância, mas com uma conversa suficientemente madura. E necessariamente ou não, em algum momento os olhos até ameaçarão transbordar, mas não há motivo pra tristeza! Até porque, amanhã é só colocar o prato no microondas que o mesmo sabor de felicidade instantânea dará o ponto, acertei?! E só pra sintetizar, faço um empréstimo com Martha Medeiros: "Duas amigas e a tarde livre é o paraíso". Ô, se é! ;D

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Os dois lados do imprevisto


Primeiro veio o susto. Depois o sentimento de culpa por não ter feito nada que impedisse aquilo.
Por mais inevitável que tenha sido o ocorrido, o inconveniente parece sempre nos atingir quando temos a melhor das intenções. (Quanta covardia essa ironia do destino!)

As pessoas tentam te acalmar, mostram o quase imperceptível lado bom da situação, mas no fundo sentem o mesmo peso pela frágil e impotente forma como reagimos a qualquer imprevisto. Ainda bem que estamos cercados de amigos e que ainda temos a chance de acordar no dia seguinte a tempo de reconhecê-los. Passa o temporal e o céu se abre muito mais limpo que antes!

Dizem que sou otimista demais e que nem tudo são flores. Certo. Realmente nem tudo, mas vencemos em maioria quando preferimos vedar nossos olhos e ouvidos, guardando só o que de fato for capaz de nos impulsionar.

Não vou deixar de pensar nas outras mil alternativas em que nada teria dado errado, mas agora com a consciência de que todo ser humano pode ser pego de surpresa e aprender com isso! =)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Vamos ao teatro?



Se não uma peça, pode ser um cineminha ou algum show da banda favorita (tá, não precisa ser a favorita), um esforço mínimo que fosse já seria divertido.

O fim de semana vem chegando e de carona vem aquela vontade de viver algo diferente da rotina. Normal, todo mundo sente isso. Acho que já sentia também, mas os ares e as oportunidades deveriam ser outros (se é que posso colocar isso no plural, rs)! A sexta-feira chegou e trouxe o gostinho pelo novo, eu adoro viver coisas novas. O medo é normal, o receio de se machucar com o imprevisível é quase uma redundância, mas arriscar-se é tão divertido e compensador quanto poder acordar sem despertador!

Você que não tem nenhum compromisso com o relógio, vá viajar pra qualquer lugarzinho que não tenha trânsito; se tiver coragem, vá pular de bungee jump; se ninguém nunca te incentivou, aproveite e vá ao primeiro boteco cantar no karaokê; se ficou a semana inteira fazendo dieta, uma colherada de sorvete não vai te impedir de ser feliz, vai?!

Bom, eu adoro a sexta-feira... Não está nem tão perto da agitação que a segunda trará de volta, nem tão longe do vaidoso sentimento de responsabilidade que senti durante toda a semana. É hoje que eu vou pra casa sem me sentir cansada, apesar de carregar o peso dos cinco dias úteis. É agora que planejo mil coisas para o fim de semana sem pensar nas consequências emocionais, físicas ou financeiras, rs! Esse é o momento em que combino mil coisas diferentes com mil pessoas diferentes e no fim das contas acabo não fazendo um terço do que pretendia... Quanta confusão! E depois de tudo, é ainda nessas horas que opto por ir ao teatro e fingir que não combinei nada com ninguém.

Mas quem quiser, que me acompanhe. Fui! ;D

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O 7º grau da escala diatônica natural


Diferentemente do que pensam, não é qualquer coisa que me faz chorar. Sou sentimental sim, mas isso não significa que sou compulsiva e excessivamente dramática. Nem todas as músicas conseguem me sensibilizar e nem todos os filmes tristes são capazes de me emocionar. Haverá o momento em que uma atitude mínima irá me tocar, mas também existirão aqueles em que tudo lá fora será tristeza e eu permanecerei irredutível!

Não sou assim porque quero, mas também não desgosto de ser. Aprendo com minha falta de controle, o que me desperta ainda mais vontade de aprender a me controlar. Não ter domínio sobre o que sinto pode ser considerado fraqueza emocional, ou quem sabe, o detalhe que torna meu espírito forte. Mas é justamente por acreditar que pouco disso importa, que sou mesmo assim: frágil, como uma criança que acredita em contos antes de dormir, mas que acorda com muito mais sede de viver que de pensar se os super heróis realmente existem ou só fazem parte daquele universo dos sonhos!

A verdade é que vou sempre me surpreender com minhas reações, mas a partir de agora vou tentar prevê-las. Parece o mais seguro a ser feito e isso não me impedirá de continuar acreditando nos contos, nas pessoas, nas músicas e nos filmes. Eles me fazem chorar de fato, mas o que não faria? Ah, um dia isso muda! (Será?! Rs)


*Título: sensível